1. Pré-diagnóstico gratuito
O ponto de partida brasileiro usa CPF, e-mail verificado e consentimento explícito. O CPF é criptografado no cofre de identidade e separado do caso operacional. Depois da confirmação, o titular completa um perfil curto com nome, ano de nascimento e localidade; variações antigas são opcionais e aumentam a precisão.
A varredura automática só publica um resultado quando as fontes configuradas realmente responderam. O portal informa a cobertura consultada e separa sinais confirmados de possíveis correspondências; o próprio titular pode reconhecer ou rejeitar os casos incertos. Evidências sem máscara e ações de remoção exigem validação reforçada de titularidade.
2. Confirmação e prioridade
Nome, localidade, e-mails, telefones e identidades digitais autorizadas ajudam a distinguir homônimos e reduzir correspondências erradas. Cada achado recebe fonte, data, confiança, impacto e próximo passo.
- Crítico: identificador, credencial ou combinação com potencial imediato de fraude.
- Alto: exposição pessoal relevante ou conta abandonada com acesso.
- Moderado: dado público desnecessário, cadastro comercial ou perfil antigo.
3. Ação aprovada
Com o escopo contratado, cada alvo é classificado como manter e proteger, corrigir, privatizar, excluir, desindexar, contestar ou monitorar. Ações destrutivas exigem aprovação humana e verificação de dependências.
4. Evidência e rechecagem
Protocolos, respostas e alterações são registrados. Resposta automática não conta como conclusão. Uma ocorrência só é encerrada quando existe evidência suficiente; reaparecimentos reabrem o caso.